FACULDADE CATÓLICA DO MARANHÃO

Author name: Prof. Hugo Pinheiro Costa

Mestre em Filosofia (UFMA), Pós-graduando em Metodologia do Ensino de Filosofia e Sociologia (FOCUS). Pós-graduado em Docência do Ensino Superior (FOCUS), em Políticas Educacionais e Gestão Escolar (FOCUS), em Direito Educacional (FOCUS) e em Comunicação Pastoral (FACMA), é Licenciado em Filosofia (FACMA). Atualmente, é Editor de Layout da Revista Ecos (FACMA), professor do departamento de Filosofia, Tutor do Programa de Pós-Graduação Lato Sensu e Procurador Institucional da Faculdade Católica do Maranhão (FACMA).

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ALARGAR A TENDA TAMBÉM É TAREFA DA FACULDADE: notas a partir da 22ª Assembleia Regional de Pastoral

COLUNA FACMA 14.jul.2026 | ALARGAR A TENDA TAMBÉM É TAREFA DA FACULDADE: notas a partir da 22ª Assembleia Regional de Pastoral Alargar a Tenda também é tarefa da faculdade. É com essa compreensão que a Faculdade Católica do Maranhão, herdeira da tradição, da proximidade e da atuação da Igreja do Maranhão no campo da educação, aproximou-se, ouviu e participou da 22ª Assembleia Regional de Pastoral do Regional Nordeste 5, realizada sob o tema: “COMUNIDADES MISSIONÁRIAS, SINODAIS E PROFÉTICAS: avaliando e planejando nossa caminhada”. Espaço de escuta, participação e discernimento da ação evangelizadora da Igreja do Maranhão para os próximos anos. Contudo, o que significa para uma instituição católica de ensino superior sentar-se à assembleia onde a Igreja discerne os seus caminhos?. A participação da FACMA não se limitou à condição de espectadora passiva, mas representou uma aproximação concreta de um organismo vivo do Regional Nordeste 5. A FACMA não esteve ali como observadora. Ela participou da escuta, do discernimento e, ao mesmo tempo, deixou-se escutar e discernir. Essa é a chave de leitura de nossa participação. Sentar-se nesta assembleia significa, antes de tudo, assumir três importantes posições: a escuta, a avaliação e o discernimento. Unidas, elas se tornam propulsoras de uma atuação renovada. Dom Gilberto, presidente do Regional Nordeste 5, em suas palavras de encerramento da assembleia, afirmou que ela marca “um novo tempo para o Regional Nordeste 5”. A marca desse novo tempo é precisamente renovada pelo reencantamento de novos olhares, novos clamores e novas esperanças. Desse modo, a assembleia passa agora a um movimento de alargamento, deixando-se continuam ecoando e exigindo acolhimento, amadurecimento, avaliação e renovação. Nesse sentido, adentrar esta tenda, não significou apenas uma mera representação, mas um convite e um apelo constante ao reconhecimento da educação também como lugar de evangelização, isto é, de vida e vida em abundância. Há de se destacar que essa atuação não se dá pelas mesmas linhas de outros organismos pastorais. A educação católica possuí uma especificidade própria, capaz, ela mesma, de “traçar novos mapas de esperança” (1.1 ), de modo a alargar sua tenda. De acordo com as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2026-2032), a imagem da Tenda é, por excelência, sinônimo de uma Igreja samaritana, acolhedora, missionária e itinerante, que se coloca em saída e a caminho do povo de Deus peregrino, convidando a assumir, cada vez mais, uma conversão pastoral que lhe permita um caminho de configuração a Cristo, que fez morada entre nós para se fazer encontro. Nas palavras das Diretrizes, uma “tenda sempre aberta, capaz de ampliar a escuta e o acolhimento, sustentada pelas firmes estacas da fé, da esperança e da caridade” (n. 3) constitui precisamente esse eixo de reflexão. Essa imagem permite estabelecer uma ponte muito natural entre a missão pastoral e a missão educativa da Faculdade, missão que “nasce da convicção de que a pessoa humana é sempre o centro do processo educativo” (n. 106) e que objetiva, justamente, ser, na linguagem do Papa Francisco, uma nova coreografia que tenha como centro a pessoa, de modo que o processo educativo seja compreendido como um movimento comprometido com a inteireza da pessoa humana, que é também um ser espiritual. Assim, “a educação católica torna-se fermento na comunidade humana: gera reciprocidade, supera reducionismos, abre à responsabilidade social. A tarefa hoje é ousar um humanismo integral que habite as questões do nosso tempo sem perder a fonte” (n. 6.2). É essa a tarefa por fazer-se; este é o compromisso que conduziu a FACMA a não caminhar à margem do discernimento pastoral da Igreja do Maranhão, mas, ao contrário, caminhar com ela, e com, ela ser um elo de transformação e profetismo, um braço de atuação por meio da educação, não alicerçada no proselitismo, mas na escuta, como “parte essencial do ato educativo”. “A educação humanística cristã é aquela que não impõe, mas dialoga; não silencia, mas acolhe; não transmite apenas conteúdo, mas escuta sonhos, angústias e pergunta aos jovens”, educando para a ecologia integral, para a participação e corresponsabilidade e para um compromisso ético alicerçado na dignidade da pessoa humana, na fraternidade e na justiça. Sentar-se nesta 22ª assembleia, é portanto, comprometer-se, por meio da escuta, com uma conversão integral, tal como apontou o Documento Final do Sínodo sobre a Sinodalidade, favorecendo um reencantamento da atuação sociotransformadora da Igreja no Maranhão, por meio da educação. Desse modo a participação da FACMA não apenas contribuir com sua competência acadêmica para a missão da Igreja, mas permitir que a caminhada sinodal da Igreja reoriente continuamente sua própria missão educativa. É nesse ponto que a imagem da tenda, as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora e o Educativo Global convergem: todos convidam a educação católica a abandonar uma lógica de autorreferência e assumir uma postura de encontro, escuta, comunhão e serviço à vida. Alargar a tenda, afinal, também é uma tarefa da educação. Autor: Prof. Me. Hugo Pinheiro Costa Docente do Curso de Filosofia prof.hugo@facmaedu.com.br

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DOCENTE E DISCENTE DA FACMA APRESENTAM PESQUISAS SOBRE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E METODOLOGIAS ATIVAS EM SIMPÓSIO INTERNACIONAL

O Prof. Me. Hugo Pinheiro e a discente Izaura Sousa representaram a Faculdade Católica do Maranhão (FACMA), na tarde do dia 19 de junho, durante o XI Simpósio Internacional de Tecnologias Digitais na Educação, evento que reúne pesquisadores, professores e estudantes para discutir experiências, pesquisas e inovações voltadas às tecnologias aplicadas à educação. A participação integrou a programação científica do simpósio, iniciado em 15 de junho, e contou com a apresentação de trabalhos desenvolvidos no âmbito da disciplina de Metodologia do Trabalho Científico, evidenciando a produção acadêmica da instituição nas áreas de inovação pedagógica, metodologias ativas e inteligência artificial. Entre os estudos apresentados esteve “O uso de jogos didáticos como estratégia de metodologia ativa: um estudo com professores do Centro de Ensino Benedito Leite”, de autoria do Prof. Me. Hugo Pinheiro Costa, Agenor Willian Sousa Brito, Antônio Ricardo Silva dos Santos, Donizete Rodrigues de Sousa e Izaura Sousa Prego. A pesquisa analisa a utilização de jogos didáticos como recurso para potencializar práticas de ensino e aprendizagem no contexto da educação básica. Também foi apresentado o trabalho “Letramento em Inteligência Artificial e formação para a pesquisa científica: relato de experiência em uma disciplina de Metodologia do Trabalho Científico”, de autoria do Prof. Me. Hugo Pinheiro Costa, que aborda a inserção da Inteligência Artificial como ferramenta de apoio à formação científica e ao desenvolvimento de competências investigativas no ensino superior. Completando a participação da FACMA, o professor apresentou ainda o relato de experiência “Gamificação e a sala de aula como comunidade investigativa: relato de experiência a partir do Estágio Supervisionado III”, desenvolvido em parceria com a Profa. Isabel Cristina Costa Freire, discutindo o uso da gamificação como estratégia para fortalecer a aprendizagem colaborativa e investigativa durante a formação docente. A presença da FACMA no XI Simpósio Internacional de Tecnologias Digitais na Educação integra a política institucional de incentivo à pesquisa, à produção científica e à participação de docentes e estudantes em eventos acadêmicos de abrangência nacional e internacional, fortalecendo a circulação do conhecimento produzido pela instituição e o diálogo com pesquisadores de diferentes áreas.

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DOCENTES DA FACMA APRESENTAM PESQUISA SOBRE FILOSOFIA AFRICANA E INDÍGENA EM FÓRUM ESTADUAL NO MARANHÃO

DOCENTES DA FACMA APRESENTAM PESQUISA SOBRE FILOSOFIA AFRICANA E INDÍGENA EM FÓRUM ESTADUAL NO MARANHÃO A Profa. Ma. Nathalia Salazar, coordenadora do Curso de Filosofia da Faculdade Católica do Maranhão, e o Prof. Me. Hugo Pinheiro, procurador institucional da instituição, participaram, na tarde do dia 20 de maio, do IV Fórum Estadual de Educação e Diversidade Étnico-Racial do Maranhão. Nesta edição, o encontro teve como tema “MONITORAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI NO 10.639/2003: principais resultados”. Promovido pelo Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial do Maranhão (FEDERMA), o evento ocorreu no auditório do Centro Cultural e Administrativo do Ministério Público do Maranhão (MP/MA), parceiro institucional da iniciativa. Com abrangência regional, a programação reuniu pesquisadores, docentes, representantes de movimentos sociais, lideranças quilombolas e integrantes de comunidades tradicionais de terreiro para discutir políticas educacionais.  Segundo a organização, o fórum buscou contribuir para a formação continuada e a capacitação em questões étnico-raciais, cultura afro-maranhense e religiosidade, promovendo espaços de diálogo e socialização de pesquisas por meio de comunicações orais. No primeiro dia do evento, os professores vinculados ao curso de Filosofia da FACMA apresentaram o trabalho “ENSINO DE FILOSOFIA AFRICANA E INDÍGENA: o percurso da educação étnico-racial no curso de Filosofia da FACMA”, aprovado no eixo temático “Lei nº 10.639/2003 – Experiências exitosas na implementação nas instituições de ensino público e privado”. A pesquisa apresentou a trajetória da disciplina de Filosofia Africana e Indígena na matriz curricular do curso, destacando o processo de amadurecimento institucional e filosófico no campo das relações étnico-raciais desenvolvido pela graduação em Filosofia da FACMA. O estudo compreendeu o período entre 2019 e 2026, evidenciando mudanças curriculares relacionadas ao antigo componente “Tradições de Matrizes Africanas e Indígenas”, posteriormente reformulado para “Filosofia Africana e Indígena”, ambos ofertados como componentes obrigatórios da formação acadêmica. A partir de uma abordagem documental e reflexiva, fundamentada no paradigma da afrocentricidade, formulado por Molefi Kete Asante, e no conceito de pluriversalidade filosófica, desenvolvido por Mogobe Ramose, a pesquisa analisou os desdobramentos epistemológicos e políticos da reformulação curricular, apontando o caráter pioneiro da proposta no contexto das licenciaturas em Filosofia no Maranhão.

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NAP é apresentado a ingressantes e impulsiona debate sobre inclusão na FACMA

NAP é apresentado a ingressantes e impulsiona debate sobre inclusão na FACMA Na manhã do dia 20 de março os alunos do primeiro período dos cursos de Filosofia e Teologia da Faculdade Católica do Maranhão (FACMA) participaram de um momento de apresentação institucional conduzido pelo Prof. Me. Nivaldo Silva, egresso da instituição e atual psicopedagogo do Núcleo de Atendimento Psicopedagógico (NAP). Na ocasião, o professor foi apresentado como ponto focal da FACMA para o acompanhamento das demandas psicopedagógicas. A iniciativa, realizada anualmente, marca o primeiro contato dos ingressantes com o NAP, setor responsável por desenvolver, ao longo do ano, ações de acompanhamento personalizado junto à comunidade acadêmica. O Núcleo de Atendimento Psicopedagógico tem como objetivo oferecer suporte a estudantes, professores e técnicos administrativos, promovendo um ambiente educacional mais inclusivo e saudável. Sua atuação está voltada à otimização do processo de ensino-aprendizagem, considerando fatores que podem impactar o desempenho acadêmico e o bem-estar emocional dos envolvidos. Após a apresentação, foi realizada uma reunião institucional com a participação do NAP, do Prof. Me. Nivaldo Silva, da Diretora Acadêmica Profa. Ma. Henia Vieira, da coordenadora do curso de Filosofia, Profa. Nathalia Salazar, do Prof. Me. Hugo Pinheiro, representando os docentes, da psicopedagoga Simone e de representantes discentes do primeiro período. O encontro teve como pauta central a temática da inclusão na FACMA. Durante a reunião, os representantes estudantis, docentes e direção apresentaram demandas e experiências relacionadas ao cotidiano acadêmico, contribuindo para a atualização de um plano institucional voltado à revisão das políticas de inclusão e acessibilidade. Também foram discutidas ações relacionadas ao programa de nivelamento e ao acompanhamento acadêmico personalizado. A iniciativa insere-se no contexto das recentes atualizações da legislação educacional brasileira no campo da educação inclusiva, bem como nas demandas apresentadas pela comunidade acadêmica da FACMA. O movimento reforça o compromisso institucional com a construção de um ambiente formativo mais acessível, equitativo e atento às necessidades dos seus estudantes

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8 DE MARÇO E O GÊNIO FEMININO: memória, atuação, e o legado da Dra. Beatriz Bom

COLUNA FACMA | 8 DE MARÇO E O GÊNIO FEMININO: memória, atuação, e o legado da Dra. Beatriz Bom 08.Mar.2026 O Dia Internacional da Mulher é uma ocasião propícia não apenas para celebrar, mas também para recordar, na medida em que recordar (recordar) é justamente um fazer passar pelo coração. Não de qualquer modo, ou maneira, mas segundo a compreensão de que a memória é um ato formativo. Já Agostinho, nas Confissões, apresenta em que medida a memória contribui para a formação do eu. Na contemporaneidade, Paul Ricoeur seguirá na mesma linha de compreensão, apresentando a memória como caminho de reconhecimento de si e como caminho para a formação das identidades dos grupos. Desse modo, também em nossa instituição a memória deve se tornar um elo formativo entre o ontem e o hoje. É nesse percurso formativo que podemos compreender quem somos e quais caminhos queremos ou não continuar trilhando. Em Ricoeur, a memória exige um exercício, na medida em que a recordação é também um convite à ação. Por isso, neste 8 de março, quero recordar a figura da Dra. Beatriz Bom, personagem pouco conhecida em nosso meio acadêmico atual, mas cuja trajetória marcou a história social e eclesial do Maranhão e a história acadêmica de nossa instituição. Beatriz Bom nasceu em Treviso, na Itália, em 5 de dezembro de 1922. Era conhecida por duas grandes paixões: os estudos e a missão. Formou-se em Letras Antigas pela Universidade de Pádua, especializando-se em História Grega, e trabalhou durante anos como assistente do professor, historiador, filósofo, poeta e bibliotecário Aldo Ferrabino (1892–1972), primeiro em Pádua e depois em Roma. No entanto, o desejo missionário levou-a a novos horizontes. E em 1967, após formar-se em Medicina e Cirurgia pela Universidade de Roma, veio em missão ao Brasil. Seu primeiro campo de atuação foi a região amazônica, na Ilha do Marajó, onde exerceu a medicina em Ponta de Pedras e Muaná, colaborando como missionária leiga com os padres jesuítas. Anos depois, ao conhecer um missionário comboniano que trabalhava no interior do Maranhão, decidiu vir para o estado. Em meio às dificuldades sanitárias da região, descobriu um caso de febre amarela em um acampamento de garimpeiros e insistiu junto às autoridades para que providências fossem tomadas. Sua intervenção contribuiu para evitar uma possível epidemia. A notoriedade de seu trabalho espalhou-se pelo Maranhão e, posteriormente, ela passou a viver em São Luís. Foi nesse período que o então arcebispo da cidade, Dom Paulo Eduardo Andrade Ponte, convidou-a para lecionar História da Igreja e Filosofia no então Centro de Estudos Teológicos do Maranhão (CETEMA), momento em que sua atuação e comprometimento chegaram a essa instituição. Além de médica dedicada, Beatriz Bom era também estudiosa de teologia e de filosofia. Mais tarde retornou integralmente ao exercício da medicina, dedicando-se à visita aos doentes, à formação de enfermeiras e de agentes de cuidado, especialmente entre as Legionárias de Maria e outros leigos engajados na vida da Igreja. Conhecida por sua atuação comprometida, dedicou-se também a escrever artigos sobre ética médica, teologia e questões sociais, publicados em jornais locais e apresentados em palestras e encontros formativos. Não por acaso, no dia 8 de março de 1997, Dia Internacional da Mulher, recebeu da então governadora do Maranhão, Roseana Sarney, a medalha ao mérito pelo desenvolvimento social e sanitário do estado. Foi um reconhecimento público de uma vida dedicada ao serviço, à ciência e à promoção da dignidade humana. Dra. Beatriz viveu com simplicidade até sua morte, em 10 de agosto de 2004. Recordar a figura, a atuação e o comprometimento da Dra. Beatriz Bom neste dia tem um significado especial também para a nossa instituição. Em 2025, a Sociedade Maranhense de Cultura Superior celebrou 70 anos de atuação, fruto do sonho episcopal de Dom José Delgado de promover a cultura superior em nosso estado. Ao longo dessas décadas, incontáveis mulheres contribuíram para a construção dessa história como professoras, funcionárias, pesquisadoras, estudantes e colaboradoras de nossa missão educativa, e Beatriz Bom é uma dessas pioneiras. São João Paulo II, em Mulieris Dignitatem, fala do chamado “gênio feminino”: aquela capacidade singular de perceber, cuidar, gerar vida e promover relações verdadeiramente humanas, que só as mulheres possuem. Longe da abstração, esse gênio quer manifestar concretamente a dedicação, a inteligência, a sensibilidade e a coragem de tantas mulheres que transformam a sociedade a partir de seu lugar próprio. A vida da Dra. Beatriz Bom é um exemplo desse gênio em ação. Uma mulher que uniu saber acadêmico, prática médica e compromisso social em favor dos mais vulneráveis e do desenvolvimento integral da vida humana. Ao recordar sua memória neste 8 de março, queremos fazer passar ao coração de nossa instituição o legado da Dra. Beatriz e, por meio dela, o de tantas outras mulheres que construíram e que constroem a identidade desta instituição. Que a memória de mulheres como Beatriz Bom continue a inspirar nossa missão educativa e nosso compromisso com uma formação verdadeiramente integral, bem como a defesa do espaço, dos direitos, da dignidade e da vida integral que a vitalidade e a fecundidade da presença feminina, do gênio feminino, produzem em nossa comunidade acadêmica e sociedade. Autor: Prof. Me. Hugo Pinheiro Costa Docente do Curso de Filosofia prof.hugo@facmaedu.com.br

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